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    <title>DSpace Communidade:</title>
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    <dc:date>2026-06-16T21:50:49Z</dc:date>
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    <title>Ritos de passagem na cultura Bijagó: o papel do Fanadu di Mindjer na formação social e cultural das mulheres na ilha de Uno, na Guiné-Bissau</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8000</link>
    <description>Título: Ritos de passagem na cultura Bijagó: o papel do Fanadu di Mindjer na formação social e cultural das mulheres na ilha de Uno, na Guiné-Bissau
Autor(es): Enhapam, Nezi Conauin Flávio
Resumo: Este artigo trata da cerimônia de fanadu di mindjer na sociedade Bijagó, tendo como objetivo, compreender os valores sociais, morais e culturais transmitidos por meio da cerimônia do fanadu na ilha de Uno, tabanka de Anghonhó. Identificar os principais processos que caracterizam a cerimônia do ritual de iniciação do fanadu feminino do povo Bijagó; demonstrar a importância que a cerimônia (fanadu di mindjer) tem para esse povo, além de discutir as transformações ocorridas, ao longo do tempo em decorrência de mudanças sociais, educativas e influências externas. A metodologia adotada incluiu levantamento bibliográfico, entrevistas semiestruturadas com mulheres Bijagó da comunidade e de experiências diferentes, os dados coletados foram analisados qualitativamente, considerando o contexto sociocultural da comunidade. O estudo evidencia a importância do fanadu na preservação das tradições, na formação dos indivíduos e na coesão social do grupo. Apesar das adaptações contemporâneas, o ritual permanece como um momento de fortalecimento dos laços comunitários e de reafirmação dos valores ancestrais, mesmo diante das pressões da modernidade e do sistema escolar. Assim, contribui para o entendimento das práticas culturais tradicionais e reforça a necessidade de valorização do patrimônio cultural imaterial dos Bijagós.
Descrição: ENHAPAM, Nezi Conauin Flávio. Ritos de passagem na cultura Bijagó: o papel do Fanadu di Mindjer na formação social e cultural das mulheres na ilha de Uno, na Guiné-Bissau. 2025. 22 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</description>
    <dc:date>2025-11-27T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7998">
    <title>Intersecção e feminilidades: a necropolítica sobre mulheres desfeminilizadas</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7998</link>
    <description>Título: Intersecção e feminilidades: a necropolítica sobre mulheres desfeminilizadas
Autor(es): Silva, Ludymila Rita Rodrigues da
Resumo: Este trabalho analisa as intersecções entre raça, gênero, sexualidade para compreender como mulheres desfeminilizadas, especialmente negras/indígenas e lésbicas, se tornam alvos de violências simbólicas, materiais e estatais no Brasil contemporâneo. Discute-se como a modernidade colonial construiu categorias de gênero e raça que sustentam hierarquias, produzem desigualdades e determinam quais vidas são consideradas legítimas. A desfeminilidade é entendida como uma expressão política que desafia normas hegemônicas de feminilidade, revelando tensões entre reconhecimento, existência e resistência. A pesquisa inclui entrevistas com mulheres desfeminilizadas na Bahia, cujas narrativas evidenciam vigilância constante, lesbofobia, racismo e exclusões estruturais/institucionais, mas também demonstram estratégias de enfrentamento e construção de redes de apoio. O estudo também aborda a captura neoliberal das lutas LGBTQIAPN+, que transforma pautas políticas em produtos de consumo e legitima uma inclusão seletiva que silencia corpos dissidentes. Conclui-se que enfrentar essas opressões exige transformações estruturais que rompam com a lógica que produz e sustenta vidas descartáveis. A transformação necessária é profunda: exige romper com modelos que administram a existência dessas mulheres como exceção e afirmar outras formas de vida que não dependam da autorização do Estado, do mercado ou das normas hegemônicas para existir.
Descrição: SILVA, Ludymila Rita Rodrigues da. Intersecção e feminilidades: a necropolítica sobre mulheres desfeminilizadas. 2025. 53 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</description>
    <dc:date>2025-11-28T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7997">
    <title>“Não matemos M'Batonha, M'Batonha é o nosso pulmão”: a lagoa de M’Batonha no centro de uma crise socioambiental em Bissau (Guiné Bissau)</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7997</link>
    <description>Título: “Não matemos M'Batonha, M'Batonha é o nosso pulmão”: a lagoa de M’Batonha no centro de uma crise socioambiental em Bissau (Guiné Bissau)
Autor(es): Correia, Jessica Nunes
Resumo: Comumente, a devastação das zonas naturais e úmidas no centro da cidade ocorre em decorrência do crescimento populacional. Em relação a Bissau, capital da Guiné-Bissau, a devastação ocorre também por intermédio de interesses pessoais de alguns governantes, como é o caso da Lagoa de M’Batonha. Neste sentido, o artigo busca analisar e descrever o conflito socioambiental gerado na Lagoa de M’Batonha. Buscando descrever o processo de aterramento e aniquilação da lagoa para construção das benfeitorias, focaremos tanto nos discursos oficiais sobre o projeto quanto nos mecanismos de resistência movimentados pela sociedade civil, ambientalistas e representantes do principal grupo afetado: os Pepeis. Ao longo da discussão, verificamos que a Lagoa M´batonha, sendo um espaço natural de água doce, possui várias funções, tanto ecológicas quanto socioculturais. Após as análises, percebemos que uma das causas geradoras do conflito socioambiental na Lagoa M´batonha está relacionada a edificação de três infraestruturas, uma escola coranica, uma mesquista e um centro de saúde, as quais beneficiariam   apenas certas comunidades em detrimento de outras que ali viviam. Não existem mais zonas úmidas nas baixas de Bissau. O único sobrevivente era o espaço M'batonaha, conhecido como um lugar sagrado para os Pepeis, um lugar ativo de grande importância ecológica. Uma certa escolha do Estado pelo desenvolvimentismo acaba criando vários problemas ambientais e sociais. Um desenvolvimentismo que acaba não levando em conta as situações específicas de outros povos e quer impor certos modelos para a sociedade, sem pensar nas consequências.
Descrição: CORREIA, Jessica Nunes. “Não matemos M'Batonha, M'Batonha é o nosso pulmão”: a lagoa de M’Batonha no centro de uma crise socioambiental em Bissau (Guiné Bissau). 2025. 24 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</description>
    <dc:date>2025-12-04T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7996">
    <title>Ritos de Kupeebé e Sinni Critch (rituais fúnebres) do povo Brassa da Guiné-Bissau: o caso Brassa Kuntoé</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7996</link>
    <description>Título: Ritos de Kupeebé e Sinni Critch (rituais fúnebres) do povo Brassa da Guiné-Bissau: o caso Brassa Kuntoé
Autor(es): Balack, Ivone
Resumo: O presente artigo é resultado do meu projeto de pesquisa apresentado para a obtenção do grau de bacharelado em humanas, destinado ao estudo dos rituais de Kupeebé e Sinni Critch, saberes fúnebres tradicionais da sociedade Brassa Kuntoé, grupo étnico da Guiné-Bissau. O estudo procura perceber a relevância cultural, espiritual e social dessas cerimônias na preservação da memória coletiva e no mantimento das afinidades entre vivos e mortos. A pesquisa foi desenvolvida a partir de uma abordagem qualitativa, combinando revisão bibliográfica, análise documental e entrevistas semiestruturadas com anciãos e participantes diretos dos rituais. Essa metodologia permitiu entender os sentidos atribuídos pelos próprios membros da comunidade. Adotamos, por fim, um estilo reflexivo quanto à nossa função enquanto pesquisadora, considerando que a interpretação dos rituais inclui tanto o saber empírico em campo quanto o diálogo com as referências teóricas e conceituais.
Descrição: BALACK, Ivone. Ritos de Kupeebé e Sinni Critch (rituais fúnebres) do povo Brassa da Guiné-Bissau: o caso Brassa Kuntoé. 2025. 18 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</description>
    <dc:date>2025-10-31T00:00:00Z</dc:date>
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