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dc.contributor.authorAmancio, Izzie Madalena Santos-
dc.date.accessioned2019-12-20T13:23:46Z-
dc.date.available2019-12-20T13:23:46Z-
dc.date.issued2019-09-03-
dc.identifier.citationAMANCIO, I. M. S. (2019)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/1670-
dc.descriptionAMANCIO, Izzie Madalena Santos. Só posso ser menina ou menino? Identidade de gênero e raça nas narrativas de crianças em espaços de Educação Infantil. 2019. 82 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2019.pt_BR
dc.description.abstractEsta pesquisa teve como objetivo verificar, por meio de narrativas, como e com quais critérios as crianças constroem suas identidades de gênero e raça, em contextos de Educação Infantil. A pesquisa foi desenvolvida em uma escola de Educação Infantil, no município de em São Francisco do Conde-BA, com 15 crianças entre 4 e 5 anos de idade. Especificamente, o estudo buscou: (1) perceber como as crianças narram suas identidades de gênero e racial, (2) compreender, em processos de interações, como as crianças negociavam e interpretavam os papéis sociais, masculinos e femininos, que estão sendo construídos e (3) compreender como as crianças significam seus corpos infantis, no âmbito da Educação Infantil. O referencial teórico foi constituído a partir das seguintes abordagens: a) aqueles que se vinculam aos estudos do campo da Sociologia da Infância, compreendendo a criança como um sujeito social e de direito b) aqueles que compreendem os Estudos de Gênero e, ainda, c) os Estudos Culturais, que entendem a Identidade como uma construção social. A revisão da literatura teve como foco, teóricos que possibilitaram a compreensão dos distintos conceitos, que, posteriormente, tornaram-se operacionais, ao permitir que fossem analisadas as relações estabelecidas entre as crianças e, entre elas e os adultos, particularmente, no que diz respeito a identidade de gênero e raça. Em relação aos procedimentos metodológicos, a pesquisa vincula-se aquela de caráter qualitativo, sendo assim, foram utilizados procedimentos para a produção de dados que mais se adequavam a evidenciar e coletar a voz das crianças, ou seja, a observação, a contação de histórias e o uso de bonecos, confeccionados em tecidos e racializados e generificados. Sobre os resultados, a pesquisa demonstrou que as crianças, em espaços de Educação Infantil, tem uma percepção apurada em relação à identidade de gênero e racial e, que elas, em suas pouca idades, já estão se apropriando dos princípios e dos valores, construídos socialmente e que as definem como meninas e meninos. Foi possível, ainda, constatar que tanto as meninos quanto as meninas negociam a construção de suas identidades, e, ainda, da mesma forma que em outros estudos realizados, há uma preferência pelo grupo étnico-racial branco, em detrimento daquele considerado, preto.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAutopercepção em crianças - São Francisco do Conde (BA)pt_BR
dc.subjectIdentidade de gênero na Educação - São Francisco do Conde (BA)pt_BR
dc.subjectNegros - Identidade racialpt_BR
dc.subjectPessoas transgênero - Identidadept_BR
dc.titleSó posso ser menina ou menino? Identidade de gênero e raça nas narrativas de crianças em espaços de Educação Infantilpt_BR
dc.typeMonographpt_BR
Aparece nas coleções:Monografias - Licenciatura em Pedagogia (São Francisco do Conde)

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